Chegamos em Belo Horizonte antes das 6 am porque o Luis surtou que queria partir logo de SP, entao ao invés do último ônibus, pegamos o das 10h15 pm. Esperamos comendo pão de queijo e tomando café. Conversamos, rimos de bobagens e entao chegou o Pixixo. Caminhamos até o hotel, na verdade, uma quadra e meia dali. Ficamos em um quarto com 4 camas, a Lili em um ambiente, eu e Luis no outro. Tomamos mais café da manhã e o Marcelo Crasso chegou e nos acompanhou. Conversamos, combinamos os horários. Eu e Lili fomos andar e comprar algumas coisas. Luis dormiu. Choveu muito e estava frio. Em todos os anos que vou à BH nunca vi tanto frio. Todas as minhas roupas eram verão total. Comprei meias longas. Voltamos para o hotel, dormimos. Acordamos todos em cima da hora pra ficar pronto e ir passar o som. Marcelo chega com sua namorada, depois Pixixo. Vamos todos para a Obra, que ainda está fechada. Vamos tomar cerveja com o Luis dos Krentes, que encontramos na esquina. Algumas Skoll mais tarde, o Boom Boom Chicks foi finalmente passar o som. LEgal, tudo. Guardamos nossos intrumentos e coisas de palco no canto reservado e fomos beber e descolar drogas.
Quando voltamos, minha surpresa: ALGUÉM ROUBOU MINHA BOLSINHA DE VINIL PRETA COM MINHA ROUPA DE PEDRITA, QUE EU IA USAR NO SHOW, E TODA A MINHA (CARA E BOA) MAQUIAGEM!!!!!!!!!!!!! ODeio o mundo e as pessoas. Azedei por uns 40 minutos... depois pensei desapego, pessoas legais e amigas, BH (uma cidade que adoro), Obra (um lugar querido), os organizadores (super-queridos), super festival bom.... Ah... fui curtir a noite. Toquei com a camiseta que meu namorado me deu, da banda dele. Foi um show legal, equipamento médio, voz muito baixa mas rock e divertido. Um cara jogou cerveja/água em mim. Peguei o caxixi e comecei e dar na cabeça dele e chamei ele pro pau... hehehe. Rimos muito disso. Todas as bandas no festival foram legais. Os Muertos Vivos foram super e para fechar a noite, os maravilhosos FuzzFaces. Sabe um lugar muuuuuito massa? Pessoas agradáveis, papo interessante...
No dia seguinte, o festival seguiu com a maior classe e acho que acabou sendo um marco pra BH, um festival com essa qualidade e esse porte de organização. Só o equipamento mesmo, que acredito que para o próximo ano poderia ser mais cuidado, com técnico e tudo mais.
Viva Marcelo Crasso e Roger Pixixo!!!

A verdade é que a vocalista sumiu durante um mês. Deveríamos encontrá-la perto do dia 07 de setembro em Florianópolis. Ela ficou incomunicável durante todo esse tempo. Luis e Lili chegaram a Florianópolis no dia 08 de Setembro, preocupados com o sumiço da vocalista - que estava em lua-de-mel em algum lugar no Sul da Ilha de Floripa - e totalmente sem dinheiro para pagar suas passagens de volta, ou sendo, precisando muuuuuito do cachê, resolveram que iriam fazer o show sem a Debbie. Pois é... acreditem se quiser, amigos... O que o dinheiro não faz nas pessoas!!!
Enfim, ela os achou no mesmo dia 08, os levou para seu paraíso tropical, onde eles foram bem recebidos e tratados. Dois dias de praia causou um efeito estranho no BBC... Nosso show foi rápido, intenso e enevoado. A banda resolveu ficar até domingo no paraíso no sul da ilha e entao partiu, debaixo de uma chuva profética, para a cidade de Porto Alegre. O show foi bom, mas na verdade, nos deram um calote. Fazer o quê? Gente escrota do rock... Simplesmente essa foi a primeira e última vez que o BBC vai pra aquela cidade longíngua e bela.
Voltamos para São Paulo.... fizemos mais e mais shows sem parar.... Caffeine, Hangar, Sorocaba, Bauru... enfim, tocamos em vários lugares legais. Bauru é sempre o luxo do luxo.... Em Sorocaba toquei para um público legal e amigos bons. Exceção a um homenzinho de topete empurrando e jogando cerveja na Debbie que não leva desaforo para casa. Xingou o cara e ainda disse que bateria nele caso ele não parasse. Ele... parou! hehehe
Poucas notas, canções curtas, poucos instrumentos, pouca roupa. Agora... muita música, sacou?
Domingo de ressaca. Fotos para a capa do disco. Fazer colagens, ouvir a mixagem pela quinquilhonésima vez, queimar papel, cds, por ordem, agradecer... E ainda ficar bem nas photos...
Eu, Lili e Luis fomos fotogrados por Vitor Fisch. Soundtrack das photos: Bratmobile, PJ Harvey, The Boom Boom Chicks, The 1.4.5.'s, The 5.6.7.8's, Detroit Cobras. Produção por Lili & Debbie. Cervejas & afins por Debbie.
Lili querendo lamber as baquetas, as sombras e os risos, a vermelhidão e os olhos inchados de tanto dormir.... A gente se divertiu apesar da senhora vizinha que reclamou do barulho feito pelo trio e seu fotógrafo cabeludo. Lili é quem possui o cabelo mais longo. Fato comprovado hoje. Rayban style babies.
Sem vinho ou doces. Pouca água. Muita luz. Lencóis com estampa de oncinha e pérolas. Ligas e meias. Nó de gravata, quem sabe fazer? ........... Pull the trigger, wild!
TRÊS NOVAS CANÇÕES DO THE BOOM BOOM CHICKS DISPONÍVEIS @ http://www.tramavirtual.com.br/the_boom_boom_chicks
Mais uma vez, Luis e eu chegamos antes, famintos e cansados. Havíamos passado a tarde toda finalizando nosso disco, que seria entregue ao André Thor. Nada pra comer nos bares da redondeza para a vegetariana... Fazer o quê? Beber e tomar substâncias que tiram a fome. E assim foi feito. O THE BOOM BOOM CHICKS tocaram sóbrios. Equipamento excelente, dizem. Do palco, não estava muito bom. MAs a gente se divertiu no show e o público, diferente do nosso habitual (hehehe...) gostou, apesar do frio natural da noite.
Depois do show, profanamos nossos corpos com sex, drugs & mais rock and roll.
Afinal nosso disco está pronto e a gente tinha mais que comemorar. Terminamos na rua Augusta e nos perdemos por muito tempo um do outro...
It is only rock and roll & we fucking like it!
Quarta feira fria na capital. Para variar chego antes, junto com o Luis. Vamos beber no bar ao lado e encontramos os LOS TORNADOS e ficamos. Conversamos e trocamos elogios mútuos. Gostamos todos, sinceramente, das bandas um dos outros.THE LUNETTES chegaram e a farra começou. Lili, Lunettes e fotos, bobagem, planos de tour pela AMérica do Sul... Tocamos com equipamento ruim, o técnico da casa não havia ido trabalhar. Ok. Frio? Não entre nós. Todas as bandas se divertiram muito. Muito. Queremos tocar de novo com a mesma bill.
Droga de CAmpari Rock, sinceramente.
Toda vez que o Boom Boom Chicks se reune para gravar, faz sol!!!!! A gente feliz, sempre de ressaca, agradece a mãe natureza, mas usamos óculos escuros.
Tudo ao vivo, trocamos vocais, mantivemos outros (?) e enfim. Dia 05 de outubro o disco fica pronto Sugar SEssions 1 & 2. Session 1, que foi gravada pelo master ADriano Butcher. Session 2 foi no Estúdio Submarino com o Clayton, outro super produtor maravilhoso.
Gravamos canções que não prentendíamos e deixamos de fora outras. O BBC compõe como coelhos, hahaha. Acho que no fim, tudo ficou legal, pensando que gravamos tudo em poucas horas por questões filosóficas e políticas. Somos crus. E semi-nús. Não tem muito o que polir na sonoridade.
Próximo show:

mais: http://www.fotolog.net/boomboomchicks
Você pega um grande túnel, fala sobre música, e de repente, já chegou. Ler placas, várias. Chegar perto da rodoviária. Para o carro em ruas de paralelepipedos (tombados, com certeza), ver a Bolsa do Café, aquele centro de charme colonial... Lindo. SEr extremamente recebidos pelos nossos anfitriones, Flávia & Héctor, amigos de longas datas - uma época que com certeza não volta, não é igual... eu vi, a gente viu e viveu, hehehehee, Flávia-linda, eu te adoro!
Uma leve caminhada pelas ruas estreitas e lindas, com luzes que saem do chão. Sim! Luzes que saem do chão. Me senti no X-Files. E ainda nem havia colocado F no meu sistema. Nada. Tipo, no normal.
Um deleite: restaurante finíssimo, comida exuberante. AMEI. Quando tudo já parecia estar lindo, eu entrei no lugar, no Retrô, o clube onde o show aconteceu. Cabaret, vermelhos, sofás, e cortinas transparentes, formatos estranhos, luzes estratégicas. Queria morar ali. Queria que fosse minha casa.
O palco, na parte superior, do lado dos djs, é quase indescritível. Uma bola redonda da ponta do palco, meio a go-go, que foi aquilo? E a cortina cheia de lantejoulas vermelhas. Pena que não estávamos de diabinhas. E sim de pedrita e foi isso ai. Quinze músicas cruas e diretas. Para mexer o rabo. E todo mundo o fez. Foi um show de rock. Equipamento decente. Iluminação perfeita. Eu quis ficar ali cantando muito.
Thank you so much Flávs e Héctor. Vocês detonam!
Quando fomos embora, depois de dançar MUITO e beber e me diverti, Flávia, uma lady, chamou o segurança para nos acompanhar até o carro que estava distante e o lugar meio dodgy. A cereja.
A gente voltou pela Anchieta porque fui destituída do cargo de co-pilota. Tudo bem, a gente tava tecado, ficar no túnel talvez não fosse o mais indicado. Eu fumei e relaxei.
Ouvi Buzzcocks e pensei o quanto já me diverti por ai. Já em São Paulo, a gente colocou Exile on Main St., só para ter outra cereja.
Coisas chatas acontecem, tipo, perdi uma bucha preciosa. Lili perdeu o celular. Beber dá nisso. Hehehehe.
Mas sinceramente, um dos melhores shows do the Boom Boom Chicks.
Eu, o Luis e a Lili somos fans de Santos, do Retrô e das pessoas gentis que trabalham lá, do público que é a phoder e claro, aos nossos anfitriones de luxo e classe.
Falando em público, acabamos dedicando muitas músicas. A Shell, gentil. Às meninas que foram lá ver o Boom Boom Chicks e sabiam cantar as letras. A gostosa de tetas deliciosas e óculos charmosos e sua amiga gostosíssima. Ao maluco tatuado que fed my ego a little. Ao André Velvet, só por ter ido e ser tão querido. A uma loirinha de vestido vermelho, what a queen bee! Se tivesse outro mic, teria chamado sua linda pessoa para cantar comigo.
Falar nisso o patrão ligou, a gente estava na estrada e um dos produtores, meu meu-amigo-Clayton estava junto. Cobrando o disco. Ele nos quer. E a gente adora ele, grande e fabuloso André 13.
A gente parou para beber café já em São Paulo. Peguei com leite. Argh. Não tomei. Tenho nojo de leite, e louca no palco, por causa da música Soya Meat fiz apologia. hehehehe
Falando em apologia e palco. A Lili é tão maravilhosa. A "saia" dela abriu no meio da música, ninguém percebeu, ela tocou e segurou a saia ao mesmo tempo. Wow. Eu quero comer a Lili todos os dias. E mastigar ela muito. Pago um pau pra minha baterista linda. Ela é o coração que bate na banda.
O Lu é nosso guitar hero, o homem da banda, sacou?
Ah, dediquei Queen Bee. Ando tomando remédios estranhos, tendo pensamentos aterrorizantes. Todos eles envolvem a king bee. Isso passa. Mas antes, eu vou ser indulgente comigo mesma e me divertir.
Bem, nosso diário é senseless? Ah, sinto muito ai. É que a gente gosta de expandir a mente, sacou?
REAL REAL REAL REAL COOL TIME!
Notícias THE BOOM BOOM CHICKS on the road.
Dia 25.06. tocamos em Campinas junto com as The Lunettes, banda local que está entre as mais divertidas e legais atualmente. Tocamos primeiro com medo de ficarmos bêbados demais até o fim da noite e todo mundo se divertiu. O Luis e a Lili insistiram em querer comer uma pizza horrorosa. Comi berijelas. Dormimos na casa da Ju, querida e no dia seguinte, levantamos, tomamos café e voltamos.
Dia 27.06 tocamos com os Pedrero, Name it Yourself e Uncle Butcher no Outs. Acho que o show do BBC foi apreciado pelo público, que gritava, cantava e apoiava um set longo. Que claro não aconteceu. O BBC se recusa a tocar mais de.... 13, 14 músicas. E cada uma tem menos de 2 minutos. Faça as contas....
Dia 02.07 fomos para Bauru, uma das cidades mais rock and roll do estado. Enlouquecemos, claro. A viagem foi longa, chegamos lá e estava tudo meio confuso, o povo do equipamento havia dado cano, estavam conseguindo amplis e bateria... Fomos para a casa da Val e nos preparamos. De volta ao clube, tocamos como foi possível. Muuuuuuuuuuuuuuuitas drugs & rock and roll. O Rafael N., nosso fan número 1, foi nosso roadie, motorista, amigo e fotógrafo. Dormimos amontoados, acordamos tortos, eu fui beber mais, encontramos o nosso querido Ulysses e voltamos para a capital, exaustos.
No dia 18 de junho acontenceu um ensaio aberto do The Boom Boom Chicks no Caffeine Sound Studio. Comemorando meu aniversário. Foi simplesmente selvagem. Só amigos. No fim, MArco Butcher e Fernanco BSD vieram tocar conosco, tiramos algumas músicas do The RAwCats minha antiga banda e eu gritei como uma louca além de ficar dando porradas na caixa.
Próximo show agora, só dia 23 de julho em SAntos. Porque a gente não é robot!!!
debbie rawcat
A Lili quer que o The Boom Boom Chicks faça a sua versão de Paint it Black dos Stones. Acho até no estado de espírito atual, seja uma boa escolha.
paint it black
I see a red door and I want it painted black No colors anymore I want them to turn black I see the girls walk by dressed in their summer clothes I have to turn my head until my darkness goes I see a line of cars and they're all painted black With flowers and my love both never to come back I see people turn their heads and quickly look away Like a new born baby it just happens ev'ry day I look inside myself and see my heart is black I see my red door and it has been painted black Maybe then I'll fade away and not have to face the facts It's not easy facin' up when your whole world is black No more will my green sea go turn a deeper blue I could not foresee this thing happening to you If I look hard enough into the settin' sun My love will laugh with me before the mornin' comes I see a red door and I want it painted black No colors anymore I want them to turn black I see the girls walk by dressed in their summer clothes I have to turn my head until my darkness goes Hmm, hmm, hmm,... I wanna see it painted, painted black Black as night, black as coal I wanna see the sun blotted out from the sky I wanna see it painted, painted, painted, painted black Yeah!

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